domingo, agosto 29, 2010

segunda-feira, agosto 23, 2010

É Segunda-feira!

E nunca percebi o porquê de tanta raiva contra este dia. Como se fosse culpa dele vir logo a seguir a um Domingo e por isso implicar trabalhar... Como diz o outro: Culpem a mensagem não o mensageiro. Que tal parar para pensar que se as Segundas-feiras são um sacríficio que se calhar está na altura de mudar alguma coisa na vida?
Pois eu cá digo, é Segunda-feira e que bom! Será mais uma semana a passar... e menos uma que me falta para as férias!

terça-feira, agosto 17, 2010

Quero ou Não!

quero/não quero
não quero/ quero
quero/ não quero
quero sem querer e
sem querer quero.
quero/não quero
não quero/ quero
continuo neste querer
mas sem querer, quero
e querendo fico sem querer!
sou um jogo jogado pelas
mãos de Outros.
quero/não quero
tenho sono e não sei bem
o que relamente quero

Moon River - Andrea Ross (Official Music Video)

sexta-feira, agosto 13, 2010

Pedaços

Vai um pouco mais do meu coração ao vento. Arrancado em pedaços soltos, cansados de bater, cansados de lutar. Sinto o cheiro à salgada maresia trazida nessa aragem, recordações de tempo já praticamente esquecidos. Sou um adamastor no que concerne ao teu amor, e se ao menos as palavras que deixo ao vento fizessem algum sentido... Estou perdido, à espera de ouvir um canto de Sereia. Simplesmente à espera do seu encanto!

quinta-feira, agosto 12, 2010

Livro

Ansiosamente à espera que chegue o livro que encomendei da Série Millennium do Stieg Larsson. Quero saber como acaba a história!!! Viva ao The Book Depository e aos livros em Inglês baratos!!! :))

quarta-feira, agosto 11, 2010

Nunca mais é Setembro


Só para eu ir de férias para aqui :)

Renovação

Este blogue esteve morto mas vou tentar reanimá-lo.
Novidades que aconteceram entretanto:
- Compra de Casa;
- Mudança de departamento no trabalho;
- Ginásio (agora a sério).

Mais coisas irão surgindo...

sábado, abril 24, 2010

Abre-se a Janela

E sente-se a aragem que vem com promessas de renovação. Um ligeiro toque a flores e primavera acompanhado de um chilrear leve e alegre dos passáros da estação. Encostado à lateral de uma janela penso em ti, penso nos momentos do início, em tudo. Ou pelo menos tudo aquilo que consigo lembrar, os já muitos anos que me acompanham não poderiam deixar de pesar e ainda assim no nosso amor pareço uma criança acabada de nascer. Aquela que conhece o mundo pela primeira vez e sente o desagradável toque do ar nos seus pulmões, o ardor, que como tantas outras coisas na vida se transforma em algo inevitável e indispensável - o respirar! Penso em tantas dores e ardores que tivemos ao longo desta vida, uma viagem sem dúvida inesquecível e partilhada, em que coisas dolorosas se tornaram transformações e pontos de partida. Sim, meu amor, foram elas quem mais nos moldaram e foram reais chances de mudanças e crescimento. Que seriamos nós se tudo tivesse sido simples? Sem obstáculos que nos obrigassem a cair e levantar e muitas vezes esfolar os joelhos quase até fazer sangue?!
Sim, eu olho para a vida que passou e sinto-me abençoado por cada pequena coisa e ser que dela fizeram parte, mas tu és a que mais falta me tem feito. E embora fosse o teu tempo de partir como podeste fazê-lo sem me levar contigo? O teu companheiro de todas as viagens... Sem ti nada parece ter metade da intensidade e importância, da cor ou cheiro, sinto-te a falta como do primeiro ardor ao respirar, inevitável e indispensável!
Penso, meu amor, que chegou a hora de também eu partir e por isso vou fechar os olhos à tua espera, muitos anos se passaram e este meu corpo chegou ao fim. Peço-te apenas que me venhas buscar aqui porque és tu quem eu mais quero ter nesta passagem ao meu lado. Sinto uma nova cor que se aproxima, uma cor mais pura que todas as outras e muito, muito mais quente! Que saudades de ti...

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Carta a um desconhecido

Um dia gostava de te conhecer. Não porque faças falta na minha vida, mas simplesmente por te conhecer. E talvez te contasse um pouco sobre a minha vida, ou talvez, contasse tudo. Diz o ditado que é mais fácil falarmos de nós a estranhos! E faz sentido. Um estranho não tem expectativas, não nos conhece. Não há nunca o sentimento de choque ou desilusão. Não é esperado nada de nós, e como tal, podemos dar tudo, seja bom ou mau. Mas é importante referir, não deixarás nunca de ser um desconhecido, porque só assim poderemos manter a nossa relação especial. Serás compreensivo e bom ouvinte, porque esse é o teu principal papel e, em caso de necessidade, eu serei igual para ti.
Sim, penso que virás um dia, e talvez afinal, precise de ti. Porque às vezes estou tão cheio de coisas para dizer que não podem ser ditas a mais ninguém, porque por vezes, tenho medo de rebentar. Desde pequeno que sempre foi este o meu maior receio, pura e simplesmente perder o controlo. Não pela situação em si, mas pelos danos! Porque tenho medo de ser destrutivo, caústico ou até mesmo violento. Tenho medo da raiva e angústia extremas, do caos! É talvez por isso que não tenho coragem de experimentar algumas das sensações da vida. Não é que sejam propriamente radicais, mas sim porque possam ser um vício, que não sejam controladas. É por isso que bebo pouco, que não fume e que não usos drogas... No fundo tenho medo de mim, simplesmente porque não sei até onde posso resistir se experimentar. Não quero vícios! Chegam-me todos os banais que já possuo.
E, meu querido estranho, provavelmente vais aperceber-te que sou uma pessoa rígida e que muitas vezes roço a prepotência de não gostar de ver as pessoas que gosto a fazer algo que não "aprovo". Dir-te-ia também que estou a tentar mudar, mas é díficil! É perdermos a garantia de uma posição e certeza que sempre pensámos nossa, absoluta. Mas quem somos nós para dizer aos outros o que fazer, o que sentir em relação às suas experiências, para aprovar...
Fica-me sempre uma eterna questão, meu amigo desconhecido, sou eu mais resistente por não experimentar a vida ou são os outros mais corajosos do que eu por a viverem mais intensamente e experimentarem tudo?
Sim, talvez um dia apareças para me responder... até lá ficarei aqui unicamente a tentar melhorar...

segunda-feira, outubro 26, 2009

Na distância

eu oiço o bater do teu coração, esse som tão meu que quase me cria dor a sua ausência, que torna doloroso cada respirar... em qualquer outro mundo nada disso seria importante, mas esse mundo nunca seria meu. E por vezes vem este vazio, uma vontade de existir sozinho, sem dependências e fios de ligação, sem medos. Um coração solitário que diz adeus ao conceito que sempre conheceu de nunca bater por mais nada que ele mesmo. Serás realmente meu e esta vida tudo aquilo que pensei nunca existir para mim? Ou apenas mais uma ilusão a que me agarro de forma cega, obstinada, com o medo absoluto de nada além disso existir. Ainda assim se algo acontecesse eu apenas seria capaz de desejar-te tudo de bom...