Uma das novelas que vi e que mais gostei. Adoro também está música da Fafá de Belem que me traz muitas recordações. Só para recordar um pouco... foi em 1989!
Um espaço de sentimentos, um espaço de reflexões, um pouco do que sou ou do que pretendo alcançar. O meu ser sob a forma de palavras escritas... mas será que me saberei traduzir?
quarta-feira, abril 23, 2008
quinta-feira, abril 17, 2008
Someone You Once Knew (Per Le Antiche Scale, 1975) E. Morricone / P. Galdston
Soon the leaves will fall
I’ll watch the lonely moon in the sky
And when the dawn breaks
I’ll listen for your heartbeat
But what I’ll hear is your last goodbye
The saddest sound of all
We’ll meet again, we’ll stare and then
We’ll smile and speak as strangers do
And all I’ll be to you
Is someone you once knew
I know every line
The way your eyes shine in the dark
You’ll take your fire, your tenderness, your strength
And the mem’ries here in my heart
Are all you’ll leave behind
We’ll meet again, we’ll stare and then
We’ll smile, and we’ll stop and speak as strangers do
The love we made will fade away
You’ll wave and as you turn to go
I’ll know it’s true
All I can be to you
Is someone you once knew
quinta-feira, abril 03, 2008
Falta
Chego à conclusão que sinto a tua falta. Pensarás sequer em mim? Não digo o pensar constante, nem tão pouco diário, mas o pensar ocasional, interrogativo sobre o que se passa comigo. Dou por mim a pensar menos em ti o que é bom, menos em nós. Sim, definitivamente menos em nós! Mas então porque continuo eu a pensar em ti? E passam-se dias e passam-se meses em que nem me lembro de ti, em que não habitas o meu imaginário ou os sonhos... cheguei a dizer-te alguma vez que sonhava contigo? Talvez por isso me fizesses mais falta de dia já que à noite eras uma das minhas oníricas companhias. Acho que nunca percebeste ou perceberás o que foste para mim. E talvez isso seja o melhor, o mais apropriado. Quero-te longe sem que isso signifique que não goste de ti ou que sejas má pessoa, mas ter-te por perto destabiliza-me, mexe comigo, altera-me o sistema. É curioso porém, que nos momentos de tristeza ou cansaço és tu quem me surge na memória. São os nossos momentos. Tão poucos os que foram bons... porque penso eu em ti? Certamente já me esqueceste, já tiveste tantos outros pelo caminho que eu sou apenas mais um numa lista que já antes era extensa. Penso em ti. Não numa base diária, não de uma forma constante, mas penso, talvez mais pela curiosidade de saber o que é feito de ti. Saber se estás bem, se aprendeste a ser feliz... mas até a isso eu sei a resposta. Em ti nunca houve nada feliz, nada que alguma vez estivesse bem. Continuarás certamente na mesma e isso, mais do que o resto, é o motivo pelo qual te quero longe de mim! O teu desconforto provoca-me mágoa, raiva, revolta, angústia profunda. Tornou-me ao longo do tempo uma pessoa pior, pessoa que já apaguei e esqueci no caminho. Hoje sou eu novamente! Mais maduro, mais ponderado, menos envolvido, mais frio e distante, menos preocupado. Sou o que consegui recuperar e tu não destruíste. Sim, realmente por vezes penso, mas porque raio ainda penso eu em ti??
terça-feira, março 25, 2008
E acabou....
Sendlinger Tor

Uma pausa para almoço...

Neues Rathaus

Olympiapark

Neuschwanstein

Frauenkirche

Tenho a dizer que Munique foi espectacular e mais ainda porque vi Neve!!!!

segunda-feira, março 17, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
Sem nexo
Escrevo mais por necessidade e obrigação do que pela vontade. Não é que em mim não exista vontade, mas o cursor que pisca retira-me a creatividade, rouba-me os mais intimos devaneios. Já várias vezes aqui estive... porque será que desta vez sinto tanto medo? Talvez o receio de me expor um pouco mais, de me envolver nesse mundo fantástico que é a escrita, a imaginação! Passo tantas manhãs a tentar resistir-te e ainda assim... caio no mesmo desespero de quem nunca soube ausentar-te de facto. Já não me fazes falta! Mesmo que ainda pense em ti quase todos os dias, as tardes, as noites... Estou livre de ti! E embrulho-me comigo. Com decisões adiadas, com planos suspensos, com o sono que teima em nunca chegar. Estou bem. E talvez por isso não escreva, porque me faria mentir a realidade, porque me levaria a recorrer a tantas fantasias já olvidadas. Na noite, os cortinados revelam-me agora o que os vidros antigamente ocultavam porque desnudos tudo reflectiam. Vejo os meus pensamentos, os sonhos que pensara perdidos ou ultrapassados, vejo-te a ti! Mas a ti já esqueci! Porque insistes então em não abandonar a minha consciência. Porque teimas em aparecer... Estou bem! Nesta minha prisão do habitual, na passividade dos dias que passam, dos minutos e horas que correm, em dias que se evaporam. Não quero viver mais a minha vida, quero liberdade, quero encontrar os meus sonhos, quero... quero coisas que não posso aqui escrever porque as tornaria demasiado reais, dolorosas. Mas estou bem! Esta é a frase a reter, a repetir e absorver. Antigamente tinha receio de dizer as coisas muitas vezes porque elas podiam desaparecer, agora repito-as até à exaustão com o desejo que por tanto as repetir se tornem reais. Na realidade nunca foi de nenhuma das duas maneiras, mas também o racional nada tem a ver com isso. Sim, não escrevo por vontade! Porque por vontade eu não estaria aqui...
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
E finalmente...
ficou assim (carreguem no artigo em pdf se quiserem ver com detalhe):
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0871-91872007000200007&lng=pt&nrm=iso
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0871-91872007000200007&lng=pt&nrm=iso
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Jeff Dunham - Achmed the Dead Terrorist
Porque não vinha aqui há muito tempo nada com regressar com humor. Vejam mais videos deste senhor! Um máximo!!
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Como mais vale rir...
sábado, dezembro 15, 2007
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Coração Apertado
Sinto o coração apertado e a esperança aos poucos a perder-se no caminho. Força Pai!
"Quer me deixar, não sei porquê
deixa eu pensar, para sei lá ver,
o que fazer para você ficar!
Sem seu amor a vida passa em vão,
se você for o que é de vidro quebra no meu coração,
seu olhar é lindo, ver você sorrindo é demais,
por favor não faz, me dizer adeus...
vai me botar a perder..."
Tenha Calma - Maria Bethânia
terça-feira, novembro 20, 2007
Apologize - OneRepublic played on piano
Uma das minhas subscrições do YouTube. Aconselho que oiçam os vários videos deste imenso talento (não tenho nenhuma formação musical mas considera que toca maravilhosamente)
segunda-feira, novembro 19, 2007
Chuva
domingo, novembro 18, 2007
Eugénio de Andrade - "ADEUS"
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
(Em tempos usei este poema numa peça de Teatro e sempre o adorei. Fica aqui para quem o quiser ler. É também uma dedicatória ao meu pai que era amigo pessoal deste grande poeta.)
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
(Em tempos usei este poema numa peça de Teatro e sempre o adorei. Fica aqui para quem o quiser ler. É também uma dedicatória ao meu pai que era amigo pessoal deste grande poeta.)
FIquei lindo neste desenho...
terça-feira, novembro 13, 2007
Bleeding Love by Leona Lewis
Encontrei esta senhora por acaso enquanto "vagueava" pelo Youtube. Espero que gostem. Eu adorei a voz!
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