segunda-feira, março 02, 2009

Paneleirices

Num tempo em que tanto se fala de casamento e adopções já consegui ver, ouvir e ler mais disparates juntos que em toda a minha vida. Ou pelo menos da parte dela em que me sinto como ser pensante. Efectivamente as pessoas continuam a discutir os assuntos pelas partes erradas, conitnuam a falar de direitos da criança quando na realidade pensam no "nojo" que é a criança poder ver dois homens ou mulheres em actividades sexuais. Sim! Porque o traumatizante não é o acto sexual em si! É serem dois homens ou duas mulheres. Se for um homem e uma mulher está tudo bem! Aposto quase que deve ser educativo. E casamento? Essa então deve ser a paródia do ano! Na realidade é uma questão de força não é? Lá vêm as bixas roubar mais um poder único e supremo aos heterossexuais... valha-nos Deus que não só fez estas aberrações como ainda lhes põe ideias de querer casar. O mundo está perdido! E já agora, permitam-me a pequena questão, o problemas é porque um tem de fazer de mulher e outro de homem? É que na minha visão esses papéis não se põe num casamento, pensava eu na minha ingenuidade, que aquilo mais não era que um acto de amor. Mas infelizmente até o amor continua a necessitar de ser catalogado, é imprescindivel que seja entre um homem e uma mulher, todas as outras variantes são tipo bactérias de alta resistência que nenhum antibiótico consegue curar. Fora de brincadeiras mais triste que a tristeza que é em si este tema é uma pessoa ouvir nas notícias que os Estados Unidos e a China andam em aproximações diplomáticas e que a China é muito amiga desde que não a chateiem com os direitos humanos! CLARO! LÁ ESTÁ! Quais homossexuais ou heterossexuais, aqui o importante é que em 2009, sim 2009, se continue a utilizar os direitos humanos como moeda de troca entre diplomacias! Eu disse diplomacias? Perdão queria dizer uma outra coisa qualquer mais ofensiva. Direitos dos homossexuais? Como podemos nós discutir este tema se no Mundo em geral ainda nem se considera que todas as pessoas, sejam lá elas o que forem a nível sexual, têm direito a ser protegidas. Viva a China por ser como é e mais ainda os Estados Unidos (e todos os outros) por a deixarem em paz...

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Desnecessário

Será desnecessário dizer que não me sinto assim tão mal? Ou deveria guardar o momento apenas para quando tivesse algo de que me queixar? Continuo a dizer, a vida deveria trazer um manual de instruções!

domingo, dezembro 28, 2008

Há um ano atrás

Havia por aqui um anónimo que gostou de marcar presença. A ti, sejas lá quem fores, um óptimo 2009...
Acho que nunca te cheguei a contar que fizeste muitas mudanças na minha vida... mas sobre essas falaremos noutras alturas :)
Já agora gostava também de deixar um beijo e um abraço à C. e ao A. que nessa altura tanto gostaram de cá vir "seguir a novela radiofonica da internet", acho que era assim que se chamava... espero que ao longo deste ano tenham sido muito felizes os dois :)

Fim de Ano. Fim de Ciclo...

As notas que suaves se soltam do piano e como eu gostava de te ouvir tocar assim, como se cada nota me fosse destinada, dirigida... melodia doce presa com o vento, preenchida de sentimentos. Assim és tu sobre as teclas do piano revelando o nosso amor. E como fazer um balanço de um ano que termina e que nem sei bem como vivi? Aprender-se-á alguma vez a forma de dizer adeus a quem se ama ao mesmo tempo que se encontra quem mais se ama? vivo na dualidade de cada aniversário, de cada momento que voa tão depressa. Serei só eu que sinto o tempo que se escoa? E sinto espaços não preenchidos e tristeza... como se fosse aquele menino pequenino que agora começa a dar passinhos mas a quem ainda falta a habilidade, uma força fina com que se movimentar. Dou passos grosseiros e incertos sem saber bem onde cair, valem-me as pessoas que cá estão que me servem como amparo. E também existes tu. E por vezes até tenho medo. É dificil explicar... e volto aos sons do teu piano, pedindo a cada nota que te traga, a uma doce brisa que me faça chegar pelo menos o teu cheiro. Na realidade talvez não tenha sido um ano bom mas também não foi de todo mau. Se calhar é a isto que se chama de equilíbrio. E talvez me tenham tirado alguém para me darem outra pessoa importante na minha vida e existem pequenas coisas que agradeço a cada dia da minha vida...

Love Lost... Love Found

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Natal

Sim eu sei que é a epoca de todas aquelas mensagens com arvores e pais natal mas a mim só me ocorre uma frase para deixar:

Espirito encerrado para obras. Reabrirá tão breve quanto possível. A gerência pede desculpa pelo incomodo.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Rascunho

Vejo-te um dia na memória
de todos os momentos que
passámos juntos...
e sinto um nó crescente,
suavemente transformado
nas lágrimas que caem
tão docilmente no meu colo.
Ainda espero o teu retorno
mesmo sabendo que sonho
sem qualquer esperança.
E, basicamente, sou como a criança
com a fé no barco de papel
que largou algures na confiança
numa mensagem que
nunca chegou lá!
Adeus! Por tudo aquilo que fica
em tua homenagem.
Por tudo aquilo que vive
em tua lembrança...

quinta-feira, novembro 13, 2008

terça-feira, novembro 11, 2008

Drama ficcional

Ninguém sabe porque no meu intimo sofro, muitos nem sabem sequer que a dor habita em mim. Muitas vezes nem eu próprio o sei muito bem. Mas sofro. Espero por uma chuva que lave o interior que está dorido de tantas pancadas e leve as marcas indeléveis da minha vida. E disse que sofro? Até mesmo tu não consegues atenuar o que me extingue um pouco a cada dia... E no entanto alcancei imensas coisas! Porque é então tudo tão insignificante, tão pequeno à minha dor! Deixasse a vida que a voz fizesse de mim fadista e não havia outro de igual talento no canto da saudade. Mas a vida fez de mim tantas outras coisas. E todas elas parecem pouco... choro no banho ao pensar em ti e sinto-me tão fraco, desalentado. Tu eras a fonte do orgulho de tudo aquilo que sou e tudo o que alcancei. E se calhar mesmo sem tudo isso tu terias a mesma adoração por mim. Podes ver-me desse sítio melhor onde sei (porque tenho de acreditar) que estás? Continuas a aceitar-me de igual modo agora que vês toda a verdade? Sei que sim. No meu interior ainda mora o teu amor, o teu ensinamento, a tua vida. Sou um prolongamento de ti, mantenho fisicamente o que tu só podes manter agora a outros níveis, mas confesso que a dor está dentro de mim! Uma dor maior do que sabia existir ou sequer suportar, uma dor que o tempo prometeu suavizar mas que não tem cumprido. Custa-me mais a cada dia a tua partida e a inexistência física do teu olhar, do toque. Sim há dia que choro! Mesmo sabendo no final que é por mim e não por ti, porque tu estás, certamente, num sítio bem melhor...

quarta-feira, novembro 05, 2008

Longe...

Dizem que com o tempo tudo passa. Mas será que passa ou fica apenas mais escondido nas subtis recordações de cada dia que vivemos? Efectivamente algo é certo, o tempo passa! E como ele passamos por várias situações, por várias pessoas e vivências. Tenho saudades! De pessoas que partiram mais recentemente, de outras mais antigas, das que morreram, das que vivem longe e também a saudade passa. Passa por mim todos os dias, às vezes com mais intensidade outras vezes mais tenue, mas todos os dias deixa a sua marca como o sal que fica na areia em cada onda que vai e vem...
Sinto por vezes que a vida continua a passar mesmo quando nós precisavamos que ela fizesse uma pequena pausa... como podem melhores amigos ficarem sem se falar? como podem pessoas que são um mundo morrer e desaparecer da nossa vida de um dia para o outro?
Mas muito mais importante que isso, como fazemos com que as marcas do sal que ficam no nosso intimo não nos corroam? com que uma simples recordação não destrua os alicerces que tão pacientemente construímos?
Como faço eu para esquecer que o mundo que conhecia deixou de existir e que tenho de criar um novo quando o que me apetece é tão simplesmente deixar-me ir com uma corrente de ar que me leve para bem longe de qualquer lugar! Quero existir em lado nenhum e nesse lugar ser tudo aquilo que não sou!

quinta-feira, outubro 16, 2008

Parabéns!

Porque mesmo não estando cá marcaste corações e influenciaste caminhos... parabéns por tudo mas principalmente por teres existido!

quarta-feira, outubro 15, 2008

Soul

Porque sinto que a minha alma é como um vidro molhado pela chuva? Como se algumas gotas secassem sem deixar marca e outras sujassem o vidro de forma profunda? Não poderão as gotas simplesmente secar ao sol?

terça-feira, setembro 09, 2008

Homenagem...

Faz hoje 15 dias que o mundo voltou a mudar de forma. Faz hoje 15 dias que o meu mundo perdeu um pouco mais de cor. Faz hoje 15 dias... que o meu coração chora com saudade e um pouco de vazio se instalou em mim. E é dificil imaginar que não vou voltar a ver-te, sentir-te, ouvir-te embora continue sempre e para sempre a amar-te. Recordo-te com a energia e vontade de viver como o verdadeiro autoditacta que sempre foste... e fazes-nos falta. Vejo noutras pessoas uma dor que não sei acalmar ou atenuar, sinto muitas vezes que não me caiu ainda bem a "ficha" e que te verei entrar por uma qualquer porta. Sei porém que passaste uma porta sem retorno para algum sitio melhor. Se podesse ao menos saber-te bem, em paz... Acho que poucas vezes te disse que te amo embora nos meus actos sempre estivesse presente o meu amor. Faltam-me palavras... amo-te pai!


sábado, agosto 09, 2008

Férias!!!

Quando chega o som das ondas do mar que há tanto tempo não escutava desta forma, o sol que abrasador se ergue no mais belo azul do céu e as gaivotas anunciam um fim de tarde em tudo perfeito, chegou o momento de dizer que a alma entrou de férias. O corpo descansa de mais um período acelerado de trabalho e responsabilidades, mas neste momento é a alma, o interior, que está de férias. E o que são férias sem os amigos? Bom, seriam férias à mesma mas nunca com o mesmo entusiasmo, com a mesma alegria, com a mesma certeza de que o que temos feito temos feito bem, porque estamos cá, continuamos juntos e estamos para durar. Ficam as fotos para relatar. Enjoy!










segunda-feira, julho 07, 2008

(des)conectado

Help, I have done it again... Hurt myself again today... and the worst part is there's no one to blame and...
When the dawn breaks I'll listen to your heartbeat... but what I'll ear is your last goodbye, the saddest song of all... and the memories here in my hear are all you leave behind... as you turn to go... all I can be to you is someone you once knew...
Há um adeus no meu olhar, neste silêncio na voz dos temporais, um lamento que a dor esqueceu... há um adeus dito a sorrir...
don't wanna forget how it feels... want to be in love with my sorrow... wonder what's wrong with me...
I can't say no to you... shouldn't let you torture me so sweetly... but I feel good enough...

segunda-feira, junho 23, 2008

frases contíguas em tempos parados

O tempo que decorre em suaves momentos, quase estáticos, subtis, quase imperceptíveis e a minha memória, como sempre, pressa a ti. Oiço os acordes de uma música clássica, quase calma, que me acompanha e a imaginação vagueia algures em tempos perdidos. Daqueles que nas fotografias apenas poderíamos obter a preto e branco ou em tons de sépia, momentos gastos não só pelo tempo mas pela quantidade de vezes que são revisitadas. Como antes ansiei a tua chegada, como se fosses um tipo de cura a todos os meus males, estava enganado, nunca o foste. Vieste apenas tapar buracos, mágoas, que de tão profundas são já impossíveis de tapar. E almejei, sim, por esse momento em que pudesse repousar, onde serias tu a lutar por mim. Podia ser só por uns instantes, ou talvez não. Quero parar para que me alcances, serás capaz? Vejo-te tão recolhido nas tuas mágoas, fechado por detrás de muros que mal consigo vislumbrar, quanto mais derrubar... ter-te-ão feito assim tanto mal numa outra época? Ao ponto de estares no escuro como um gato que lambe as suas feridas?
Três horas, são o tempo que o relógio me acusa de ter ainda de aguentar. A música, como as memórias, toca repetidamente no computador. Descoberta numa pasta esquecida pelo sistema, mas sobretudo pelos seus utilizadores. Debussy's Claire de Lune. Sempre gostei desta música e porém só hoje lhe descobri o nome. Ironias do destino ou da vida. Penso em ti. Não com a esperança que ainda haja algo para ocorrer mas porque esses muros que usas para te proteger são os mesmos que me repelem, que me deixam horas à espera de uma simples notícia.
Queria ter em mim ainda a forma de lutar como sei que já tive em tempo, mas a chama não se acende. Sei que te uso apenas para tapar um novo vazio que já se estava a instalar. Entregar-me? Dar o meu coração? Sim, fiz isso uma vez e quase, por muito pouco mesmo, estive à beira de não regressar. Se Tens muros? Claro! Mas essa nunca foi a questão, essa reside apenas no facto de eu os querer ou não ultrapassar...

sexta-feira, junho 20, 2008

Valores e indecisões...

Psicologia Social da Saúde - 4900eur
Comportamento Organizacional (que não abre este ano) - 7200eur
Psicologia Social e das Organizações - Propinas a fixar
Métodos e Tecnologias de Modelação Organizacional e Social - 5000eur
Gestão Recursos Humanos - 5000eur
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Mas será que não podiam fazer isto um bocadinho mais barato??? Raios parta. Não sei o que quero e não sei como vou pagar. LOL!!!

segunda-feira, junho 16, 2008

A ti (que nunca vais ler isto)

Ver-te assim é como se matassem um pouco de mim. E sem ti ficaria... o nada. O vazio. Acho que nem eu alguma vez me apercebi do quanto és importante para mim. Ver-me sem ti é como não ver-me, uma vida sem significado. E no entanto, tanta dificuldade em dizer-te. Tu que me embalaste em tantos momentos, que me criaste e protegeste, tu que foste a principal razão da minha existência. Sem ti terias sido apenas tu, filha única, sem irmãos. Mas a tua insistência foi mais forte que a vontade de quem te teve e superaste tudo, como a lutadora que és mas desconheces. A lutadora que teimas em não ver. E de quem vais precisar agora... e eu aqui tão impotente, sem saber como te retribuir tudo aquilo que já fizeste, como se entre nós houvesse uma dívida maior que o mundo! Sim, eu fiquei com tudo, tens razão. Fiquei até com a pessoa que mais me ama e que eu nem sempre soube proteger. Cego pela vontade e necessidade de satisfazer as minhas faltas de amor, área que já devia saber que há muito está condenada e que não é o meu caminho. Amo-te, mesmo que não to tenha dito tanto como devia. Amo-te ao ponto de sem ti nada mais fazer sentido. Amo-te e trocaria de lugar contigo se com isso soubesse que podias ficar melhor ou que serias mais feliz. Amo-te porque sei que me amas e porque és quem mais me protege mesmo nas desilusões. Amo-te porque não sei mais nenhum sentimento meu que já não possuas... e estou aqui! Para os tempos que se avizinham e não me parecem fáceis, para as tormentas que possam existir, para essas dores que teimam eu não te largar... e me partem o coração, me desorientam. Se houver quem me oiça num outro plano peço, rogo, para que nos troquem de lugar porque eu não sei viver sem ti...
Love you my sister...

quinta-feira, junho 12, 2008

Trocas

Ela - gostas de mim?
Ele - claro que sim.
Ela - claro para quem? para ti?
Ele - não, para ti
Ela - porquê para mim?
Ele - porque já devias saber...
Ela - Porquê? se nunca mo dizes...
Ele - não preciso de o dizer, tu sabes!
Ela - sei como?
Ele - porque sim.
Ela - mas não achas que sabe bem ouvir-te dizer?
Ele - talvez, mas não é necessário.
Ela - mas gostas que to diga?
Ele - sim claro!
Ela - mas não achas necessário que mo digas a mim?
Ele - não, porque tu sabes.
Ela - e tu não sabes?
Ele - sei o quê?
Ela - que eu gosto de ti?
Ele - sim, sei.
Ela - mas achas que to devo dizer?
Ele - sim... mas eu também te digo..
Ela - dizes? como?
Ele - nas mensagens que te envio
Ela - em resposta às minhas?
Ele - sim...
Ela - mas também aí foi minha iniciativa...
Ele - pois talvez...
Ela - achas que me deves conquistar?
Ele - não, porque tu sabes, sabes que eu gosto de ti!
Ela - só porque me respondes às mensagens e dás sinais de vida?
Ele - sim
Ela - e tu sabes isso se eu te fizer o mesmo?
Ele - não sei...
Ela - e se te disser que gostava que me conquistasses? que me dissesses que me amas? que fizesses um pouco mais do que acompanhar aquilo que faço ou dar resposta aos meus desafios diários? E se eu precisasse de um pouco mais de atenção? se eu precisasse da tua iniciativa?
Ele - ...
Ela - então não me amas, simplesmente me utilizas! Sou um conforto, um sentimento que preenche o vazio que é a tua vida. E eu? Eu preciso de muito mais do que ser um simples enchimento! Adeus...
.
..
...
Quantas vezes ficam coisas por dizer simplesmente porque assumimos que os outros já sabem tudo aquilo que sentimos. Para quê dizer a alguém que se ama ou gosta dela? Se é nosso(a) amigo(a), nosso(a) namorado(a), se é alguém importante, assumimos que tem de o saber. Mas terá? Todos gostamos de ser conquistados e mimados. Quando isso não acontece ficamos vazios, pobres em sentimentos que nos permitiriam ir um pouco mais longe... Se temos de estar sempre a dizê-lo? Não, não acho preciso. Mas quando estamos, quando contactamos com as pessoas de quem realmente gostamos (ou estamos a descobrir) devemos aproveitar a oportunidade para transmitirmos aquilo que sentimos. Porque os sentimentos não são tão inatos como gostariamos, porque nem todos sabemos lidar com eles da mesma maneira ou, tão simplesmente, porque é bom e sabe bem ouvir da boca de alguém "amo-te" ou "gosto de ti".

quinta-feira, maio 15, 2008

The saddest sound of all

Deitou-se. Lá fora a chuva caía provocando os sons que lhe eram tão habituais, criando a sua música e o seu ritmo. A chuva tinha o efeito de lhe trazer memórias, novas ou quase tão antigas como a sua própria existência, na sua maioria positivas mas algumas tão nefastas que podiam demorar dias a desaparecer do seu sistema. Mas a chuva, essa, sempre o acompanhou e ele sempre adorou ouvi-la cair lá fora. Ouvir a chuva faz com que pense em momentos de conforto, momentos de lazer em que aninhado num sofá se lê um livro ou se vê um filme, momento de partilha. Momentos passados nos braços de um amante, serenos, conversando ao ritmo do bater da chuva na janela ou o simples estar ali. Sentir o cheiro e o calor do corpo amado, enroscado, protegido... quente contra o frio que se anuncia do lado de fora...
...Estranho pensar em como tudo acaba tão depressa. Em como um amante passa a mero conhecido ou volta a ser um amigo como alguns outros sempre o foram. Como num nascer do dia em vez do suave som do bater do seu coração ouvimos apenas o triste som do seu adeus... pensar que num futuro não distante ao se encontrarem não serão mais do que estranhos à conversa e que aqueles olhos que nos guiavam na escuridão não são mais do que memórias no nosso coração, são tudo o que fica para recordar. Encontrar-se-ão outra vez, olhar-se-ão e tudo o que são um para o outro não passará de duas pessoas que um dia se conheceram.
"Não és mais do que alguém que um dia conheci!"

sexta-feira, maio 09, 2008

where are u...

Já antes senti a tua falta, mesmo pensando que nunca te cheguei a conhecer... és uma idealização que permanece viva no meu imaginário, na minha vida e nos meus sonhos e sei, mais do que antes, que nunca passarás disso. Contudo não posso desistir de ti! Seria como matar-me um pouco ou deixar mesmo de existir.
Imagino-te mais velho, mais sábio. Embora isso não seja o importante. Imagino-te sobretudo como uma fonte de conhecimento pronta a ser partilhada, absorvida. Uma energia estabilizadora que se adapte bem à minha energia calma. Vejo-nos em momentos de harmonia, de simples convivência... um filme visto a dois aninhados no sofá, a leitura de livros já deitados na cama, passeios à beira mar, idas ao cinema só porque sim ou por um outro não motivo qualquer! E até mesmo aqueles momento simples das horas que passam e simplesmente morrem porque ficámos deitados na cama numa ronha que sabe tão bem.
Sei que no fundo o que me faz sentir melhor contigo é o facto de não me sentir um "sex-toy". Não precisas de mim para isso, não me queres para isso. Essa experiência podia ser obtida sem metade de todo o resto que decidimos partilhar. Partilhar... acto raro da humanidade este. Mas é nosso e é a base de todas as coisas. Como é bom acordar e adormecer ao teu lado, aconchegado aos teus braços ou enroscado em ti... o teu cheiro... esse toque suave que adormece e excita os meus sentidos... e as tuas mãos! Mãos que passeiam, que exploram e me arrepiam até ao mais intimo do meu ser. Mãos que me agarram e me impedem de cair, fontes de segurança! E os meus olhos pousados em ti, mergulhados em toda a maravilha da tua existência, olhos que adormecem embriagos pelo teu ser.
Sim... na realidade não és mais do que uma parte grande do meu imaginário! E vivo cada dia tentando aprender a como viver sem te viver. Torna-se dificil já que sou bastante dependente de ti! Porquê? Porque és a representação da esperança e a esperança terá de ser sempre a última a morrer...

quarta-feira, abril 23, 2008

quinta-feira, abril 17, 2008

Tears Dry on Their Own - Amy Winehouse (new clip)

Gosto desta musica e da voz desta senhora...

Someone You Once Knew (Per Le Antiche Scale, 1975) E. Morricone / P. Galdston

Soon the leaves will fall
I’ll watch the lonely moon in the sky
And when the dawn breaks
I’ll listen for your heartbeat
But what I’ll hear is your last goodbye
The saddest sound of all
We’ll meet again, we’ll stare and then
We’ll smile and speak as strangers do
And all I’ll be to you
Is someone you once knew
I know every line
The way your eyes shine in the dark
You’ll take your fire, your tenderness, your strength
And the mem’ries here in my heart
Are all you’ll leave behind
We’ll meet again, we’ll stare and then
We’ll smile, and we’ll stop and speak as strangers do
The love we made will fade away
You’ll wave and as you turn to go
I’ll know it’s true
All I can be to you
Is someone you once knew

quinta-feira, abril 03, 2008

Falta

Chego à conclusão que sinto a tua falta. Pensarás sequer em mim? Não digo o pensar constante, nem tão pouco diário, mas o pensar ocasional, interrogativo sobre o que se passa comigo. Dou por mim a pensar menos em ti o que é bom, menos em nós. Sim, definitivamente menos em nós! Mas então porque continuo eu a pensar em ti? E passam-se dias e passam-se meses em que nem me lembro de ti, em que não habitas o meu imaginário ou os sonhos... cheguei a dizer-te alguma vez que sonhava contigo? Talvez por isso me fizesses mais falta de dia já que à noite eras uma das minhas oníricas companhias. Acho que nunca percebeste ou perceberás o que foste para mim. E talvez isso seja o melhor, o mais apropriado. Quero-te longe sem que isso signifique que não goste de ti ou que sejas má pessoa, mas ter-te por perto destabiliza-me, mexe comigo, altera-me o sistema. É curioso porém, que nos momentos de tristeza ou cansaço és tu quem me surge na memória. São os nossos momentos. Tão poucos os que foram bons... porque penso eu em ti? Certamente já me esqueceste, já tiveste tantos outros pelo caminho que eu sou apenas mais um numa lista que já antes era extensa. Penso em ti. Não numa base diária, não de uma forma constante, mas penso, talvez mais pela curiosidade de saber o que é feito de ti. Saber se estás bem, se aprendeste a ser feliz... mas até a isso eu sei a resposta. Em ti nunca houve nada feliz, nada que alguma vez estivesse bem. Continuarás certamente na mesma e isso, mais do que o resto, é o motivo pelo qual te quero longe de mim! O teu desconforto provoca-me mágoa, raiva, revolta, angústia profunda. Tornou-me ao longo do tempo uma pessoa pior, pessoa que já apaguei e esqueci no caminho. Hoje sou eu novamente! Mais maduro, mais ponderado, menos envolvido, mais frio e distante, menos preocupado. Sou o que consegui recuperar e tu não destruíste. Sim, realmente por vezes penso, mas porque raio ainda penso eu em ti??

terça-feira, março 25, 2008

E acabou....


Sendlinger Tor


Uma pausa para almoço...



Neues Rathaus


Olympiapark


Neuschwanstein


Frauenkirche

Tenho a dizer que Munique foi espectacular e mais ainda porque vi Neve!!!!




quarta-feira, março 12, 2008

Sem nexo

Escrevo mais por necessidade e obrigação do que pela vontade. Não é que em mim não exista vontade, mas o cursor que pisca retira-me a creatividade, rouba-me os mais intimos devaneios. Já várias vezes aqui estive... porque será que desta vez sinto tanto medo? Talvez o receio de me expor um pouco mais, de me envolver nesse mundo fantástico que é a escrita, a imaginação! Passo tantas manhãs a tentar resistir-te e ainda assim... caio no mesmo desespero de quem nunca soube ausentar-te de facto. Já não me fazes falta! Mesmo que ainda pense em ti quase todos os dias, as tardes, as noites... Estou livre de ti! E embrulho-me comigo. Com decisões adiadas, com planos suspensos, com o sono que teima em nunca chegar. Estou bem. E talvez por isso não escreva, porque me faria mentir a realidade, porque me levaria a recorrer a tantas fantasias já olvidadas. Na noite, os cortinados revelam-me agora o que os vidros antigamente ocultavam porque desnudos tudo reflectiam. Vejo os meus pensamentos, os sonhos que pensara perdidos ou ultrapassados, vejo-te a ti! Mas a ti já esqueci! Porque insistes então em não abandonar a minha consciência. Porque teimas em aparecer... Estou bem! Nesta minha prisão do habitual, na passividade dos dias que passam, dos minutos e horas que correm, em dias que se evaporam. Não quero viver mais a minha vida, quero liberdade, quero encontrar os meus sonhos, quero... quero coisas que não posso aqui escrever porque as tornaria demasiado reais, dolorosas. Mas estou bem! Esta é a frase a reter, a repetir e absorver. Antigamente tinha receio de dizer as coisas muitas vezes porque elas podiam desaparecer, agora repito-as até à exaustão com o desejo que por tanto as repetir se tornem reais. Na realidade nunca foi de nenhuma das duas maneiras, mas também o racional nada tem a ver com isso. Sim, não escrevo por vontade! Porque por vontade eu não estaria aqui...

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Jeff Dunham - Achmed the Dead Terrorist

Porque não vinha aqui há muito tempo nada com regressar com humor. Vejam mais videos deste senhor! Um máximo!!

quinta-feira, dezembro 20, 2007

Como mais vale rir...


Hoje tentaram roubar-me o carro. Tenho uma fechadura forçada e a porta ligeiramente amolgada. Mas é Natal... está tudo bem...

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Coração Apertado


Sinto o coração apertado e a esperança aos poucos a perder-se no caminho. Força Pai!
"Quer me deixar, não sei porquê
deixa eu pensar, para sei lá ver,
o que fazer para você ficar!
Sem seu amor a vida passa em vão,
se você for o que é de vidro quebra no meu coração,
seu olhar é lindo, ver você sorrindo é demais,
por favor não faz, me dizer adeus...
vai me botar a perder..."
Tenha Calma - Maria Bethânia

terça-feira, novembro 20, 2007

Apologize - OneRepublic played on piano

Uma das minhas subscrições do YouTube. Aconselho que oiçam os vários videos deste imenso talento (não tenho nenhuma formação musical mas considera que toca maravilhosamente)

segunda-feira, novembro 19, 2007

After The Rain...


... is gone you will find faith to love again
After the rain is gone there will be time to love again

Chuva


E finalmente eis que chegou a chuva. Para alguns é um momento de tristeza, para outros motivo de alegria. Eu gosto de chuva, mas só quando estou quentinho em casa... por falar nisso, tenho de ir comprar lenha para acender a lareira... é que mesmo com a chuva, está um frio do caraças!! LOL.

domingo, novembro 18, 2007

Eugénio de Andrade - "ADEUS"

Adeus

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.

E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração.

Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.


(Em tempos usei este poema numa peça de Teatro e sempre o adorei. Fica aqui para quem o quiser ler. É também uma dedicatória ao meu pai que era amigo pessoal deste grande poeta.)

FIquei lindo neste desenho...


Vá vá, quero pelo menos 30 comentários neste post!! Menos que isso e vou ficar muito desiludido!! E quero de toda a gente, até daqueles que eu pensava que estavam mortos... e claro, dos anónimos e de todos os outros. Estão abertas as inscrições...

terça-feira, novembro 13, 2007

Bleeding Love by Leona Lewis

Encontrei esta senhora por acaso enquanto "vagueava" pelo Youtube. Espero que gostem. Eu adorei a voz!

sábado, novembro 10, 2007

Mesmo antes de adormecer (a 8 Novembro)

Por vezes dizem-nos coisas, ou escrevem-nos coisas, que nos ficam a "martelar" a cabeça. Li há pouco tempo (algures pelos comentários deste blog) que o caminho que escolhi devia ter sido o certo (num sentido irónico claro) já que só me queixava. A idéia ficou-me de facto na mente, tentei analisar o porquê de tal afirmação e penso ter chegado a duas conclusões principais.
1ª) tenho tendência para escrever textos depressivos ou com temáticas emocionalmente carregadas. A verdade é que são estes temas que me desafiam neste momento a escrita. Não por serem os mais difíceis, porque realmente é mais difícil escrever sobre temas alegres, mas porque me sinto mais ligado aos primeiros (e por ligado não se entenda traumatizado ou algo semelhante, trata-se mesmo de preferência). Faz isto de mim uma pessoa triste, deprimida e/ou amargurada com a vida? Bom, talvez um pouco mais cinzenta para quem me conhece por aqui. Porém existem milhares de pequenos "milagres" diários que são acontecimentos positivos na minha vida e sobre os quais não escrevo. Se calhar sou um pouco egoísta, guardo o positivo para mim. É um novo desafio que devo, e tentarei, abraçar!
2ª) Esta segunda conclusão prende-se com o referido caminho. Optei eu pelo melhor caminho? Certamente que não! Poderia ter escolhido outros? Sem dúvida que sim! Estou arrependido do qe escolhi? Não, não estou! Não é o caminho perfeito, nem tão pouco aquele que fez de mim a pessoa que sonhava ser aos 25 anos. Mas não me arrependo nem por uma vírgula. Aprendi muito no que já vivi, mais ainda com as escolhas que, consciente ou inconscientemente, fiz na minha vida. Nem sempre foram as melhores mas todas foram úteis. Parando para pensar um pouco, existem muitas coisas boas que dependeram de "más" escolhas ou acontecimentos menos felizes. Existem tantos factores que afectam a nossa vida que a classificação em boa ou má decisão me parece algo utópica. Quantas vezes uma boa escolha não se tornou na pior por factores e acontecimentos que surgiram mais tarde? A vida é imprevísivel na maior parte do tempo e é isso que faz dela difícil e em simultâneo algo fascinante. Não me arrependo do meu caminho, não me envergonho dele e, sobretudo, sinto que foi sempre fonte inesgotável de aprendizagens e bons momentos. Sim, queixo-me de muita coisa. Sim, também não estou na vida de sonho que pensava estar nesta altura. Contudo, nada disto é sinónimo de infelicidade! Tenho muitas coisas organizadas na minha vida e sinto-me muito feliz com elas e mantenho a crença que o melhor está ainda por viver. Sigo sempre uma grande máxima para mim:
"Sofre sempre por ter vivido não com o medo de viver"
Eu vivi, sofri e estou aqui! Ainda de braços erguidos e ainda a lutar por mim!
(e há que dizer, com o apoio de muita gente importante e da qual não tenciono nunca abdicar)

segunda-feira, novembro 05, 2007

Para alguém especial...

(Las Ramblas - Barcelona)
Talvez numa próxima oportunidade possamos lá estar os dois...

terça-feira, outubro 30, 2007

Gloria Trevi - Todos Me Miran

Obrigado Gonçalo pelo link!
Nós dançámos isto em Barcelona e foi a festa... lol

David Fonseca - "Superstars"

Um dos meus companheiros na viagem de avião (viva aos leitores de mp3). Gosto do novo cd e recomendo-o a quem gosta de David Fonseca - "Dreams in Colour"

No meio das chaminés

Estava a piscar o olho ao sol lol
(Terraço de La Pedrera ou Casa Milà - Barcelona)

quinta-feira, outubro 18, 2007

Gosto desta letra...

Da Da Da Da
The smell of your skin lingers on me now
You're probably on your flight back to your home town
I need some shelter of my own protection baby
To be with myself and center, clarity
Peace, Serenity

[CHORUS:]
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightenin' out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry

The path that I'm walking
I must go alone
I must take the baby steps 'til I'm full grown, full grown
Fairytales don't always have a happy ending, do they?
And I foresee the dark ahead if I stay

[CHORUS:]
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightenin' out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry

Like the little school mate in the school yard
We'll play jacks and uno cards
I'll be your best friend and you'll be mine Valentine
Yes you can hold my hand if you want to
'Cause I want to hold yours too
We'll be playmates and lovers and share our secret worlds
But it's time for me to go home
It's getting late, dark outside
I need to be with myself and center, clarity
Peace, Serenity

[CHORUS]
I hope you know, I hope you know
That this has nothing to do with you
It's personal, myself and I
We've got some straightenin' out to do
And I'm gonna miss you like a child misses their blanket
But I've got to get a move on with my life
It's time to be a big girl now
And big girls don't cry
Don't cry
Don't cry
Don't cry
La Da Da Da Da Da

(Fergie - Big Girls Don't Cry)

Dores

Doem-me os olhos! Pode ser derivado às várias horas que passei em frente a este estático monitor. Ou será apenas a dor de esperar há horas que surjas num local qualquer? Pouco importa. No final o resultado é o mesmo, doem-me os olhos! Será possível que a dor dos olhos possa transpor a minha dor na alma? Sim, na verdade, doi-me a alma. Doi-me tudo e não sei bem que mais possa fazer... passo por ti nos sítios do costume, e também isso instala novas dores, novos pensamentos, um novo desgaste. Vejo-te na net. Sim vejo-te. Diferente do que eras, do que conheci. Conheci? Acho que talvez isso seja convencimento da minha parte. Nunca te conheci! Nem sequer tu te conheces. Mas estás diferente, não sei porquê, mas sinto-o. Ou melhor, vejo-o. Vejo em coisas que antigamente não terias feito e que agora fizeste e orgulhosamente mostras ao mundo. O mesmo mundo de que tanto te escondias antes... Não te percebo. Nem tão pouco percebo todos os efeitos que tens, ainda, em mim. Acho que podiam simplesmente inventar um botão de "off" que permitisse aplicação directa no cérebro das pessoas. Posso ser a primeira cobaia para esse projecto??

quarta-feira, outubro 17, 2007

Eu...

Decidi fazer um penteado um bocadinho diferente e decidi partilhar. À excepção da barba, é assim que estou agora durantes os próximos tempos...

Sentimento

Sei que lá fora acontece algo. Será o mundo que avança? Não sei como explicar a inércia que se apodera de mim. Ou devo dizer que se apoderou de mim? Estou no mesmo canto onde me deixaste cinco meses antes, as persianas continuam quase totalmente fechadas deixando apenas passar uma luz suficientemente fraca para não me ferir a vista. E o vazio. Sim, continuo com o vazio que também deixaste como companhia. Pelo menos uma vez por dia vejo o concerto que vimos na noite em que deixei de dormir para estar contigo, para "dormir" na tua cama sem que acontecesse nada mais do que dois corpos abraçados. Relembro a minha felicidade, a sensação de que tinha encontrado um entre milhões, de que a partir de agora tudo seria melhor. Uma ilusão que durou quase tão pouco como o tempo que dormi nessa noite. Vi-me acompanhadamente sozinho. Desgastado. Mudado. Vazio. Vi-me a afastar as pessoas que amava e a ouvir da sua boca que eu não era o mesmo, que tinha mudado. Mas não fui eu que mudei pois não? Eram eles que não percebiam o que nós tinhamos, a forma como tudo era intenso! Pensei até que as discussões praticamente desde o primeiro momento podiam ser um bom sinal, sinal de um envolvimento de um compromisso. Nunca o foram. Eram as tuas armas para me deitar um pouco mais abaixo, para me fazer sentir ainda mais desvalorizado, mais vazio. Criaste um vício que me consumiu literalmente até ao nível físico. Exigiste e voltaste a exigir. Mas alguma vez chegaste realmente a dar alguma coisa? Ah sim, as tuas tremendas mudanças que eu não conseguia compreender e analisar, mesmo não sendo o comum dos mortais... e no final manipulaste-me de uma forma brutal. Levaste-me a duvidar dos meus sentimentos. E olha que eram fortes, se calhar ainda o são. Levaste-me a terminar contigo o que tinha jurado a mim mesmo nunca abandonar... e fizeste-me sentir ainda pior do que já estava naquele momento. Eras a vitima abandonada com mais um drama de vida para resolver. Mas como dizer-te que os teus dramas és tu que os crias? Foste tu quem me fez desistir, foste tu que provocaste mais uma dor no teu já vasto reportório. Talvez apenas te tenhas cansado de alimentar o meu vicio...
Continuo no mesmo canto escuro onde me deixaste. Sei que mesmo assim já abri um pouco mais as persianas porque existe aqui uma luz que antigamente me teria ferido a vista! Pode acontecer que apenas tenha finalmente aberto os olhos que tão insistentemente quis manter fechados após a tua partida, após a tua descrenças em nós. Pois afirmo-te agora, nunca houve um nós. Houve um eu que tentou desesperadamente e nunca alcançou, um eu que quase se destruiu por tua causa... mas eu vi o filme antes, vi o filme nos que te são mais chegados, e no final de contas eu consegui proteger o que era mais importante. Eu protegi-me a mim como tu jamais te protegerás a ti. Adeus...

Preguiça...

Continuo a gostar de me levantar tarde (talvez associado ao facto que também gosto de me deitar a horas menos próprias). Continuo a gostar de preguiçar pela cama, a sentir o quentinho que contrasta cada vez mais com o frio que se instala lá fora pela manhã. Sou assim, sempre fui. Talvez mesmo assim tenha perdido um pouco do prazer que esta "actividade" me proporcionava ao longo dos tempos, ou apenas nestes últimos meses. Mas não deixo de gostar de dormir e que me deixem dormir.
Continuo também a não gostar de decidir. Diz um grande amigo que "a pior coisa a fazer a um gémeos é dar-lhe uma opção, impor-lhe uma escolha". É verdade. Gosto de tomar decisões na minha vida, mas aquelas que são próprias, que me afectam apenas a mim! Gosto pouco de decidir a vida dos outros e como me adapto bem a quase tudo prefiro que sejam os outros a escolher. Não significa falta de personalidade acho eu, porque sinto que tenho até uma personalidade relativamente bem definida. É apenas uma coisa que não gosto de fazer...
Continuo a gostar de escrever. Faço-o menos aqui contudo. Não por nenhum motivo em especial ou talvez apenas porque comecei a não gostar tanto de me expor ou simplesmente porque nem sempre consigo escrever coisas que não sejam depressivas. Mesmo que nem sempre seja esse o estado de espírito. Por vezes as palavras parecem não me sair com tanta facilidade como há uns meses atrás. Pode ser que o meu espírito esteja um pouco mais em paz...
Também estou, como sempre, ligado à música no que se pode chamar numa óptica do utilizador (sim, aqui seria mais correcto dizer do consumidor, mas eu sou utilizador de música, tem finalidades terapêuticas).
Tenho projectos que não vou divulgar, tenho ambições que não sei se consigo alcançar, tenho uma vida acima de tudo. Ainda assim, passado tanto tempo, continuo com a sensação que me falta uma parte de mim...

quinta-feira, outubro 11, 2007

terça-feira, outubro 09, 2007

Out here on my own - Irene Cara (Fame)

Foi um filme que me marcou porque adorava a série e esta música acompanhou-me em mts momentos...

quarta-feira, outubro 03, 2007

Descanso


Porque às vezes a vida exige-nos um simples banco de jardim afastado do resto do mundo...

A ti...

Pediste-me que fosse feliz. E eu tentei. Mas como ser feliz se na pintura falta sempre uma tonalidade qualquer? Fiz um esforço. Caminhei. Caminho até agora sem saber bem onde chegar ou qual será realmente o meu destino. Não desisti, nunca parei. Porque te prometi que seria feliz. Fazes-me falta, faz-me falta a tua orientação e o teu carinho. Fazem-me falta as horas que deixei de estar contigo para ir brincar com o vizinho da frente. Faz-me falta a familia que mantinhas e que nunca mais soubemos ser. E será que te desiludi? Será que desse lugar onde agora estás consegues sentir orgulho do que fui, sou, ou ainda serei? Fico na dúvida. Duvido porque eu próprio me esqueço desse orgulho que devia ter cá dentro. Por vezes esqueço-me de me proteger. Sim é dificil aceitar as situações que me magoam, que me levam um bocadinho mais perto da loucura que não cheguei ainda a sentir. Será vergonha dizer que me sinto um pouco só? Sinto-me estranho por neste momento existirem tantas pessoas e mesmo assim continuar a sentir-te terrivelmente só. Porque eu vejo o mundo de uma forma diferente ou tão simplesmente porque eu não desisti, e mesmo sem saber bem para onde ir, continuo a caminhar no dia-a-dia. Fazes-me falta. Se outra razão não existisse pelo simples facto de não estares aqui!

segunda-feira, outubro 01, 2007

Para que não restem dúvidas... eu admito!!

"Ter-se a consciência de que se é ignorante constitui um grande passo na direcção da sabedoria"
Benjamim Disraeli

sábado, setembro 22, 2007

Inverno


Não sou fã do Inverno mas continuo a gostar de vestir a roupa típica da altura. De alguma forma sinto-me mais aconchegado...
Nas cores escuras que são a tua marca
eu escondo o mais frio dos sentimentos.
E enquanto sigo o meu caminho vou deixando traços,
imprimindo marcas na neve que te cobre.
E de alguma forma sei que te admiro
vivo as tuas tonalidades mais sombrias
e sinto o vento frio com que contrarias os meus passos.
Os dias que passam devagar escurecem mais depressa
e na minha alma adormecem muitas emoções.
Emoções deixadas pelas outras estações,
por outros acontecimentos já passados.
Guardo todos e carrego-os comigo
fazem parte do que sou e do que serei
e juntamente com a tua tristeza
eu construirei a minha solidão...

segunda-feira, setembro 17, 2007

Li, Gostei e Plagiei

(não sei o autor e peço desculpa à pessoa de quem o roubei... lol)

"E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo podia ser meu para sempre."

domingo, setembro 16, 2007

Horas...



A noite vai tomando conta do meu ser que adormece,

ser que devia ter repousado há tanto tempo!

Mas dos segundos vieram minutos

e dos minutos se fizeram horas...

Horas em que recordo o que não devia e não durmo

um tempo infinito contabilizado num leve tic-tac


E vou-me afundando.


Vivo nesta ambiguidade terrível que me consome,

preso no que devia ter feito e não fiz

preso no que deixei de viver e destruí.

Num caminho que estava traçado e eu não vi!


E vou seguindo.


Um pouco sem destino, sem rumo

numa rota quem nem sempre sei se escolhi.

Adormeço, ou pelo menos sei que o corpo sucumbiu.

A alma, essa vagueia pelas brumas

na esperança de talvez um dia encontrar uma nova luz.

E aqui fico eu, aguardando que chegue esse novo dia...




É assim que me sinto por dentro...


Sinto-me num mundo infindável de obras interiores que não acabam. Que avançam e recuam e nem sempre a níveis equivalentes. Lembra-me aquelas obras que nos dizem que vão demorar um mês e acabam por se arrastar por seis ou sete... será preciso tanto tempo?
Sei que não devia expôr tanto aqui de mim. Sei que de alguma forma me fragiliza. Sei que já afastou de mim pessoas (a elas peço desculpa, mas por vezes esta é a única forma que sei). Continuo a conseguir trabalhar melhor a minha comunicação e a minha emotividade por palavras escritas. Não sinto medo. Talvez eu apenas seja timido, talvez seja medroso e não goste de enfrentar as pessoas, talvez simplesmente me custe demais.
Faltam-me coisas na minha vida e nem sempre sinto ter realizado as coisas que sonhei. Talvez não seja tarde, mas sinto-me dorido. Magoado. Sim, talvez eu não devesse expor aqui tanto de mim (não deveria nunca ter falado de nós, talvez...), mas eu não consigo não falar dos meus sentimentos. Não os consigo calar e eles não passam só porque sim. E sim, acima de tudo magoa-me que tenhas deixado de acreditar em nós quando eu, apesar de toda a valorização que não sentia (fosse ela real ou apenas falha minha na sua percepção), continuei a acreditar...
Existe algum local onde se possa esconder um alma? Existe algum local onde simplesmente possamos desaparecer? Existe alguma forma de não ser tão sensível a tanta coisa? Um local banal onde eu possa simplesmente ouvir a tua voz...

sábado, setembro 15, 2007

Amanhã Talvez

Uma música que me habituei a ouvir de pequenino por causa da minha mãe. Deixo-vos um bocadinho da letra:

"... É, quando se ama a gente finge que não vê
Que o tempo passa e mais um pouco de você
Melhor assim, bom pra você, melhor pra mim
E amanhã quem sabe a gente outra vez..."

quarta-feira, setembro 05, 2007

...

Peguei no livro e sentei-me para o ler calma e confortavelmente recostado no sofá. Sei que lá fora o mundo avançava pelos barulhos que me chegavam pela janela aberta mas não os via devido à persiana corrida até abaixo, apenas com os buraquinhos para "respirar". Estava numa pernumbra agradável, apenas com a luz suficiente para me embrenhar no livro aberto à minha frente, pronto para me deixar levar na história e viver cada momento como um acontecimento real da minha vida. E de repente apareceste tu. Vindo não se sabe bem de onde nem porquê. Entraste sem pedir licença e por mais que desejasse sabia que não partirias facilmente. E então fui invadido pela melancolia, pela saudade. É realmente curioso que tenhamos saudades de momentos em que não eramos felizes, nem sequer nos sentiamos completos. Mas cá estou eu novamente preso a ti. Faço um esforço, já que invadiste o meu espaço, para me lembrar de coisas boas, de bons momentos que passámos juntos. Temos alguns, reconheço finalmente. Não muitos, mas alguns. E sorrio. Tento imaginar como estarás agora, mais magro, mais gordo? com melhor ou pior aspecto? mais feliz, mais triste? Não importa. Pelo menos não agora. Lembro-me das noites deitado ao teu lado e olhar para os buracos da persiana através do cortinado, imaginando que não desejava que começasse um novo dia porque assim não teria de sair do teu lado. Lembro-me do teu braço por cima do meu corpo, do teu cheiro. Lembro-me de te fazer festas no cabelo, de te beijar as costas. Lembro-me do meu amor por ti! Olho a capa do livro e pouso-o na mesa da sala, passou-me a disposição para a leitura. Pego no leitor de mp3 e oiço música. Estendo-me novamente no sofá de onde tinha saído e estico-me até encostar a cabeça num dos braços. Perco-me no espaço e no tempo. Viajo. Sinto que algo quente desce pelas minhas faces mas ignoro. Continuo a minha viagem. E volto então ao ponto de partida. Abro os olhos e descubro que já é noite, evaporou-se a luz que anteriormente cubria a sala de sombras. Penso um pouco mais em tudo o que aconteceu no tempo em que vivi por ti e para ti. De forma geral aprendi a minha lição e não me arrependo. Volto a sorrir porque no final chego sempre a uma única conclusão: é uma pena que não tenhas sabido aproveitar o meu amor...
Voce desperdiçou o amor
partiu e nunca mais ligou
Voce me complicou, usou
fugiu com a minha paz
é assim, so ilusão
a sina de quem ama e se entrega á paixao
destinos que se atraem
pra desencontrar
segredos que se escondem
pra tudo acabar
Voce desperdiçou
a sua indiferenca calou a paixão
(Excerto de Desperdiçou - Sandy & Junior)

quinta-feira, agosto 23, 2007

Recebi um prémio...



Pois é, diz que recebi este prémio da Loira mais linda do planeta (ver http://conversadeloira.blogs.sapo.pt/). Desde já o meu obrigado!! Os meus nomeados, e partindo do pressuposto que não vamos nomear blogs já premiados são:




Celticlight

To-Act

Para conhecer melhor o processo desde prémio e cumprindo com as regras estabelecidas consultem o site do Mike (não, não sou eu lol).

quarta-feira, agosto 22, 2007

The end...

When I wake up each morning
Trying to find myself
And if I'm ever the least unsure
I always remind myself
Though you're someone in this world
That I'll always choose to love
From now on you're only someone
That I used to love

As for me It's getting down to the last
Unspoken part
When you must begin to ease
The pain of a broken heart
Tell me why should I even care
If I have to lose your love
From now on you're only someone
That I used to love

I wish it was enough for you
All the love I had to give
And I did my best
To keep you satisfied
I guess you'll never know
How much I tried
I really tried

And if ever our paths
Should cross again
Well, you won't find me
Being the one to get lost again
Once I had so much to give
But you just refused my love
From now on you're only someone
That I used to love

And I did my best
To keep you satisfied
I guess you'll never know
How much I tried
I really tried

When I wake up each morning
Trying to find myself
And if I'm ever the least unsure
I always remind myself
Though you're someone in this world
That I'll always choose to love
From now on you're only someone
That I used to love

From now on you're only someone
That I used to love
Though you're someone in this world
That I'll always choose to love
From now on you're only someone
That I used to love

From now on you're only someone
That I used to love...

(Barbra Streisand - Someone That I Used to Love)

terça-feira, agosto 21, 2007

Surpresa!!

Adoro descobrir que pessoas que supostamente estão tão disponíveis para tudo nos bloqueiam no msn... já agora, eu e o meus estamos vivos, obrigado pelo preocupação...
.
A essas pessoas o meu obrigado e um desejo de toda a sorte no mundo :)
(e só um ligeiro àparte, a idade devia fazer mais do que criar cabelos brancos..., mas é só uma opinião, lol)

2 sentimentos...



sexta-feira, agosto 17, 2007

Dedicatória aos dias que passam

Oiço pelo vento a tua chegada tão esperada,
os dias passam devagar aqui longe do teu toque,
como se nada mais houvesse no mundo para mim.
Mas oiço-te agora um pouco mais perto.
E cada minuto é repleto de uma terna ansiedade,
de uma nova esperança, um novo alento.
Anseio por cada nova mensagem e pelos dias...
os dias que teimam em não passar.
Mas talvez até eles sejam uma benção para nós,
criam mais expectativa, mais desejo.
Vou olhando o mar e pensando em ti
em como era bom ter-te aqui um pouco mais próximo.
Sinto-te porém bem mais perto do que antigamente!
Sim, o vento anuncia-me a tua chegada finalmente.
E definitivamente os dias estão a encurtar
agora oiço-te aqui ao pé de mim...
E como chocolate eu derreto nas tuas mãos,
num toque aveludado, desfaço-me nos teus lábios
e desejo que nunca mais existam dias entre nós...

quinta-feira, agosto 16, 2007

Poema solto

Ao fundo oiço o mar pacifico
numa tonalidade de mil cores.
Oiço os passos que brandos se aproximam
como quem trás a calma e serenidade.
Sinto a tua mão que toca, explora,
que entra no mais profundo da minha alma.
Sei que tencionas retirar-me a dor mas...
tenho medo, luto um pouco contra ti.
Afinal o que ficará se me roubares o desalento?
Não tenho coragem necessária para partir...
É que a felicidade poder ser tão cara para manter.
Empurras-me como quem impele, obriga, a avançar
deixas-me sem qualquer tipo de retorno.
Tenho medo, sei como é dificil voltar agora,
voltar a abrir o meu coração e alma,
dificil abrir asas e voar...

Vai um bocadinho??


Tem sido o meu companheiro de Verão. E eu que estava quase sem borbulhas... lol

quarta-feira, agosto 15, 2007

Só para fazer inveja...


A foto mais ousada que já alguma vez publiquei lol. Mas que se lixe, é para mostrar o bronze... e agora ainda estou mais "preto". LOL

sexta-feira, agosto 10, 2007

Uns dias em Espanha...

Regressei de uns dias em Espanha, mais precisamente em Punta Umbria (Huelva). Duas conclusões principais. É bom descansar e fazer praia. O povo espanhol é esquisito e não são nada bonitos (com raras excepções claro...).
Paro agora por terras algarvias, na minha tão bem conhecida terra de beira mar, Portimão. Espero continuar a trabalhar para o bronze (que diga-se de passagem até já está bem giro) e comer muitos gelados!! Claro que vou também tentar rever amigos e colegas de escola, sim porque eu já morei aqui!! lol. Se alguém vier para esta bandas avise para se tomar um cafézito!!
.
Nini e Pedrocas (posso chamar-te assim?? lol):
Obrigado pelos votos de boas férias, prometo dar uns mergulhos por vocês. Querem algo das terras algarvias?? Agradeço também os elogios ao meu sorriso Pedrocas :))
.
Portem-se todos bem e aproveitem tudo ao máximo... eu continuarei a fazer o meu retiro espiritual, a minha cura...

quarta-feira, agosto 01, 2007

Fim de Semana fora...

Este fim de semana que passou fui passa-lo fora com quatro pessoas especiais na minha vida neste momento. Estão na minha vida de formas diferentes e com "pesos" diferentes mas para todos dedico esta frase:
Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha.
(Autor desconhecido)

E para um deles em especial por vários motivos:
Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo será sempre um irmão.
(Demétrio)